terça-feira, outubro 03, 2006

Por que as pessoas que perdem tempo denegrindo candidatos não tomam atitudes como essa do artigo abaixo?
Segue uma comparação das propostas políticas dos presidenciáveis para a área de tecnologia.
Esse é só um exemplo, todos aqueles que perderam tempo com mensagens apócrifas que nada acrescentaram ao pleito deviam ter seguido esse rumo.


Lula x Alckmin: conheça as propostas dos dois candidatos para o setor de TI


Por Camila Fusco, repórter do Computerworld
Publicada em 02 de outubro de 2006 às 00h25
Atualizada em 02 de outubro de 2006 às 10h55

São Paulo - O que pensam sobre tecnologia Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, os dois candidatos que disputam a presidência do Brasil.

O que pensam sobre tecnologia Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, os dois candidatos que disputam, em segundo turno, a presidência do Brasil.

Com o objetivo de esclarecer detalhes sobre essas políticas, o Computerworld apurou as propostas de cada um deles junto aos coordenadores de campanha e responsáveis diretos pelo programa de governo na área de tecnologia

Confira as propostas de cada um deles:

Lula: expansão de projetos bem-sucedidos
Computador para Todos, certificação digital e e-Ping são projetos que o governo planeja estender caso Lula seja reeleito.

Alckmin: tecnologias brasileiras em TV Digital
Proposta tem planos pirataria, política para semicondutores, inclusão digital e gestão para indústria de software.

quinta-feira, setembro 28, 2006

Eleições 2006

Chegou Primeiro de Outubro.

Mais uma eleição para o brasileiro fazer um beta teste da democracia.
Esse beta está mais para versão alfa, não vejo grandes mudanças estruturais.
A grande massa de eleitores está atenta apenas para as candidaturas de governador e presidente, deixando de lado a escolha daqueles que vão permitir ou não as ações dos eleitos nesses cargos: os Deputados Estaduais, Deputados Federais e os Senadores.
Continuaremos assim até o eleitor estar maduro o suficiente para entender que não se elegem pessoas, mas sim projetos partidários e coligações.

Não é mais nem E agora José? Mas sim Até Quando José??

quarta-feira, setembro 13, 2006

Casas Bahia

Foi veiculado por um dos candidatos a presidente o anúncio de cortes nas Casas Bahia. Essa reestruturação de uma das maiores lojas varejistas do país foi colocada como resultado da política econômica do governo atual. Mas algumas informações quando não contextualizadas podem levar a erro na construção de opinião do receptor da mensagem, nesse caso o receptor seria o eleitor que acompanha a propaganda eleitoral gratuita.
O que parece ter atrapalhado os planos de crescimento das lojas do Sr. Samuel Klein foi um erro de estratégia do grupo e não um fator decorrente da situação econômica do país.



Isso não significa que a economia vai de vento em popa, a minha ressalva aqui é para prestarmos sempre atenção quando se tem notícias manipuladas.

Segue link com a notícia:

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/469/negocios/casas_bahia_refaz_as_contas.htm


Abraços,

quinta-feira, agosto 31, 2006

Ifconfig DOWN

Férias, 20 dias!

:)

sexta-feira, junho 09, 2006

Produção industrial cai em seis de 14 regiões em abril

09/06/2006 - 10h13

SÃO PAULO (Reuters) -

A produção industrial brasileira declinou em seis das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em abril ante igual mês de 2005. Outras seis tiveram aumento e duas apresentaram estabilidade. O IBGE informou nesta sexta-feira que as taxas negativas foram registradas em Santa Catarina (-10,2%), Amazonas (-9,0%), Rio Grande do Sul (-8,9%), Paraná (-6,3%), Goiás (-4,9%) e São Paulo (-1,2%). No início da semana, o IBGE informou que a produção industrial ficou estável em abril sobre março e caiu 1,9% frente a igual mês de 2005. Nesta manhã, o instituto detalhou os números. (Por Vanessa Stelzer)

E o Tebaldi indo inaugurar fábrica na China...

segunda-feira, maio 22, 2006

O lucro da sanguessuga

Direto do blog do Anacleto
Link
Cada uma das cinco ambulâncias compradas pela Sasedep daquela empresa de fachada, com nota falsa, custou R$ 64 mil aos cofres públicos, mecanismo que começou com a emenda parlamentar do deputado Adelor Vieira (PMDB). Telefonado para concessionárias da marca, cada veículo custa, em média, R$ 34 mil. A transformação em ambulância, colocar giroflex, pintar de branco e adaptar uma maca, não deve custar mais R$ 5 mil. Resultado: cada ambulância deve ter rendido ao grupo cerca de R$ 20 mil que, multiplicado por cinco, fez um belo pé-de-meia. Bom lembrar que a entidade ligada a Igreja Assembléia de Deus também comprou um microônibus da mesma empresa de fachada a um custo de quase R$ 300 mil. O lucro liquido de toda operação pode ter chegado a R$ 200 mil. Dizem que o dinheiro teria sido investido numa emissora de rádio.

quinta-feira, maio 04, 2006

Turismo com dinheiro público

Deputado distribui passagens aéreas para profissionais da imprensa

Trechos:
...O que poderia representar uma economia ao orçamento do Legislativo, gera ao deputado a possibilidade de patrocinar as viagens de turismo à Capital Federal. “Eu poderia devolver o valor que economizo para o Estado ou poderia permitir que jornalistas, formadores de opinião, vereadores, dirigentes de entidade de classe possam ir a Brasília. Eu prefiro a segunda opção. Porque devolver para o governo significaria permitir que o Lula pagasse mais uma prestação do avião que ele comprou pra viajar pelo Brasil.”, admite o deputado.

...A festa deste ano foi regada a uísque importado e comida italiana. No cardápio, entrecote, risoto de aspargos, escalope de batatas, penne a mediterrânea, molho de figo com aceto balsâmico, maçã ao vinho e frutas da estação laminadas. A bebida também foi refinada. Bauer ofereceu ao seleto grupo de convidados três garrafas de uísque Red Label, 13 de vinho Santa Helena, 112 de cerveja, 103 refrigerantes entre outros quitutes.

FONTE: http://www.gazetadejoinville.com.br/politica_04_5_06a.htm

Político: Paulo Bauer
Partido: PSDB
Candidato: SIM
Meu voto: NÃO

E ele ainda tem a cara de pau de falar que tá gastando pro Lula não gastar, alguém tem que lembrar o Sr. Paulo Bauer que esse dinheiro é público. O que é público significa que é de todos, para ele significa que é de NINGUÉM.